sexta-feira, 31 de março de 2017

Osteo... o quê?

Oi, tudo bem?

Bem, minha gente, enquanto eu não descubro o que fazer para arrumar a minha conta do Blogger, vamos seguindo por aqui mesmo. Tenho vários links quebrados que precisam ser atualizados e pretendo deixar tudo em ordem na semana que vem porqueeeeee.... ESTAREI DE FÉRIAS!!!!

Dez lindos e maravilhosos dias que ficarei sem fazer absolutamente nada hihihi. Quer dizer, nada da casa porque todas as férias que eu tenho, eu acabo fazendo faxina pesada, lavando a casa, fazendo faxina de roupa. E tudo já está feito!!! Consegui adiantar todas as atividades da casa para antes das férias e, nos próximos dias, vou aproveitar para cuidar da minha saúde e de coisinhas do dia-a-dia que acabam ficando para trás.

A saúde está complicada por aqui, minha gente. Enxaqueca: a palavra da vez. Gente, eu não aguento mais tanta dor de cabeça, tanto remédio, tanto médico e exame que eu já fiz. Já fui no gastro, no otorrino, no neuro, no oftalmo... ninguém encontra o meu problema e, ainda por cima, me entopem de remédios que eu não quero ficar tomando... fico parecendo doente (até parece que não estou, né?!)

Tem uma mulher no meu trabalho que fez o tratamento de osteopatia com o primo do marido. O tal médico atende em Sampa, mas faz atendimentos bisemanais na nossa cidade. Ela fez cinco sessões e...pufff... a dor sumiu de vez. O preço é salgado porque ele não atende pelo nosso plano de saúde, mas na atual situação em que me encontro, estamos atirando para todos os lado para ver o que resolve.

Fui hoje na primeira sessão. Para que não conhece, a osteopatia é o tratamento fundamentado na visão holística que entende a doença como uma consequência do desequilíbrio do corpo e tem como objetivo principal estimular a autocura do paciente. Considerando que já li muita literatura sobre enxaqueca (desde livros a artigos médicos de congresso), realmente a enxaqueca é conhecida por um desequilíbrio químico e/ou hormonal dos neurotransmissores e neuroreceptores do cérebro. Tipo assim: meu cérebro tá em curto! E o tal médico vai, através das massagens e do aperta-aqui-aperta-ali, descobrir o que está desencadeando isso no meu corpinho.

A primeira sessão foi bem tranquila: ele me fez um moooonte de perguntas sobre minha vida, minha saúde, meus hábitos e beeeem depois que ele pediu para eu sentar na maca e começar o aperta-aperta. A princípio, ele já achou algumas coisas fora do lugar no meu sistema digestivo e fez algumas manobras para melhorar. Mas ele disse que esse processo é devagar e que é para eu anotar tudo que eu sentir de hoje até a próxima sessão para ele conseguir avaliar a evolução do tratamento.

Para ser bem honesta, eu sinto que meus problemas de saúde acabam sendo resultado da vida que estou levando. Essa semana, por exemplo, o estresse no trabalho está na última voltagem e eu sinto isso no meu corpo, aquela tensão estranha. Estou trabalhando na minha alimentação e já perdi 1,5kg... Yupiiiiii!!!!

Bom, vou contando o que vai acontecer aqui caso alguém se interesse no tratamento.

terça-feira, 28 de março de 2017

Heeeeeelp Técnico!

Olá, tudo bem?

Gente, preciso de ajuda!

Coloquei o email da minha mãe junto com a minha conta do Google sem querer... Daí o email dela ficou sendo o principal... Daí, agora fica aparecendo os dois nomes... Daí, eu não consigo "desmudar isso"!!!

Não queria ter que criar outro blog porque já tentei isso antes e os amigos virtuais não foram juntos...ficavam comentando aqui, enquanto eu estava lá looooonge....

Poxa vida, será que não tem um jeito de desfazer o que eu fiz?

Heeeeeeeelp!!!!

sábado, 18 de março de 2017

Enquanto isso, na sala de justiça...

Oi, tudo bem?

Puxa, que legal! Mesmo com meus post não-lá-muito-animados, estamos com 107 amigos virtuais hoje! Que legal mesmo!!!

E aí, pessoa? Como andam as coisas por ai? Por aqui, confesso que está tudo na mesma hihihi.

Abandonei de vez a academia e, graças a Deus, as crises de enxaqueca me abandonaram também. Estou seguindo a risca a técnica do meu médico de fazer um diariozinho com os acompanhamentos das crises e o que pode ter desencadeado a dor e percebi que a coisa não está tão feia assim e os hábitos alimentares tem feito toda a diferença para me manter saudável.

Meu aniversário passou e não ganhei presente do marido na data; os presente de mammy eu já tinha listado no post anterior; das amigas do trabalho, ganhei uma camiseta listrada preta e branca, bem minimalista (minha cara!) que eu amei (graças a Deus, dessa vez uma grande amiga do trabalho ajudou a minha coordenadora a escolher o presente e disse que era pra ir no preto que não tinha erro hihihi. É que teve uma vez que elas me deram uma blusa creme que eu mal uso porque não gosto da cor).

Só que depois que passou a data, eu aproveitei o remorso do marido e me dei bem: ganhei uma mochila linda jeans que estava namorando faz tempo e mais 3 livros novos para minha pilha da vergonha (que já está em oito volumes que estão ao lado da minha cama, me implorando para serem lidos).

Em relação a saúde, eu dei uma boa desencanada nos últimos dias; estou cuidando da alimentação quando dá e nem estou fazendo exercícios. Primeiro, eu preciso me aceitar como sou e, infelizmente, aos 34 anos eu não vou conseguir de volta o corpo que eu tinha aos 25; então, eu vou cuidar da saúde e da alimentação na medida do possível, mas sem neurose.

Por exemplo, já que não me dei bem na musculação, vou fazer minha última tentativa no mundo acadêmico (hihihi) com aulas de pilates que pretendo começar no mês que vem, quando vou sair de férias. Se der certo, glória a Deus! Se não der, vou ficar na minhas caminhadas matinais de 30 minutos e está tudo certo.

Com relaçâo a vida espiritual, na semana passada participei da #semanadeoracaodafabi pelo Youtube e foi uma boa oportunidade de me aproximar mais de Deus. Ela até propôs uma atividade diária de conversarmos com Deus, sem pedir nem agradecer... porque Deus é nosso amigo, né?! E posso te dizer que foi muuuito difícil! Porque assim, a gente não fica só pedindo favor para amigo, né?! E também a gente não fica o tempo todo agradecendo o amigo pela amizade, por ter ligado, por ter curtido a foto no face... hihihi... a gente também conversa com o amigo, conta do dia, fala sobre a gente... e essa era a ideia da tal conversa com Deus. Foi muito difícil e meio estranho no começo mas, agora, toda vez que eu vou orar eu lembro disso e fico meio que conversando-e-orando: eu agradeço, peço (porque não dá para ficar sem pedir e sem agradecer também hihihi).

O casamento entrou nos eixos: é serio, gente! Parece que quando a gente faz um ano de alguma coisa (um ano de casado, de namorado, de trabalho, de mudança de casa, sei lá...), tenho a sensação que a gente fecha um ciclo; e, daí para frente, a coisa parece que engrena de vez. Lógico que as diferenças sempre vão existir (e, no fundo, essa é a graça da coisa), mas a convivência está bem melhor e o clima está fluindo bem mais leve agora. Por isso, muito obrigada pelos conselhos e carinhos nos comentários do último post.

E, como diz um amigo meu, vamoquevamô!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Rumo aos 40!

Oi, tudo bem?

Terça feira fiz 34 anos. 

Não teve comemoração.

Meu digníssimo marido só me deu um parabéns com um beijo pela manhã.

Não ganhei nenhum presente dele.

Mammy me deu uma camisola de cetim com estampas de cachorros, uma camiseta azul royal, pagou nosso almoço na churrascaria e fez um pudim de leite condensado que eu estava morrendo de vontade de comer.

Aliás, comi tanto que me atacou a enxaqueca.

A vida está parada.

Não estou muito satisfeita com o rumo do meu casamento (tem pontos bons, mas tem muitos pontos a melhorar). Passamos o aniversário de casamento em branco, meu aniversário em branco. Estamos caindo na rotina e eu não sei o que fazer, ou na verdade, eu não estou com vontade de fazer muita coisa porque sempre sou só eu que faço, que vou atrás de fazer: queria que ele tomasse mais a iniciativa. 

O trabalho está naquele marasmo de sempre, sem novidades para aprender, sem estímulos para crescer. Trabalhamos em sete mulheres no mesmo setor e as conversas são sempre muito competitivas, do tipo quem está mais endividada, quem tem mais problemas para resolver. É uma competição para mostrar quem precisa mais do emprego que chega a irritar. Daí, eu evito entrar na conversa para não gerar mais polêmica e minha coordenadora me diz que sou muito fechada, que não interajo com o grupo. #ninguemmerece

Tem a minha saúde também que não anda aquelas coisas. Tinha começado o ano feliz, voltei para a academia e para a dieta. Só que os exercícios desencadearam crises de enxaquecas históricas de novo e eu tive que parar de malhar, por orientação médica: o meu médico disse que a tendência é que isso iria melhorar com o tempo, mas quem aguenta dois meses de tortura para, quem sabe um dia, ter uma luz no horizonte? Eu tenho vida, trabalho, marido,casa, amigos e não posso ficar quase todo dia tendo que parar minhas atividades para ficar deitado no escuro e no silêncio com bolsa gelada na testa! O peso extra está difícil de perder, não consigo acertar minha alimentação e os exercícios não estão sendo prioridade no momento, como deveriam.

E o que está mais me incomodando: a fé. Não estou indo na minha igreja, o garoto não está indo na igreja dele, ainda não achamos uma igreja para frequentar juntos e sinto que estou disperdiçando meu tempo, sem investir na minha comunhão com Deus.

O post ficou pesado mas, de uns tempos pra cá, meus posts de aniversário sempre são um pouco pesados. Talvez porque seja um dia de reflexão sobre o que eu fiz até agora e sobre o que vou fazer daqui para frente.

Continuo sem respostas satisfatórias para as duas questões.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Há um ano atrás...

Oi, tudo bem?

Na última semana, o sentimento que mais veio à tona foi... "Já? Como assim?". Há um ano atrás, era o dia do meu casamento!

Durante todos os dias da semana, eu tive aquele pensamento do que eu estava fazendo há um ano atrás: onde eu estava, como eu estava, com quem eu estava. Passado um ano, você me pergunta: faria de novo? Com certeza, sim.

Fato é que não existe casamento dos sonhos, não existe aquele negócio de "felizes para sempre". Acho que por isso que os contos de fadas acabam na cerimônia de casamento das princesas; depois disso, começa a realidade e nem sempre é tão legal.

Casamento dos sonhos é a luta diária, é a rotina que chega sem pedir licença, é acostumar com o "bafo matinal", com as TPMs constantes, com a dor de cabeça ou o mau humor que chega na hora mais indesejada. É lavar a louça, enquanto o outro enxuga; é sair correndo para recolher a roupa no varal porque começou a chover; é preferir o combo PSN (pizza/sofá/netflix) com o amor da sua vida à qualquer outro programa badalado de sábado à noite.

O nosso casamento foi simples e pequeno, sem festa e sem luxo. Não me arrependo de absolutamente nada e repetiria tudo exatamente da mesma forma. Foi tudo tão único, tão especial, tão a nossa cara... Nossa, só Deus mesmo para ter preparado tudo tão bem muito antes de nós até nos conhecermos. Foi realmente tudo feito por Ele, escrito por Ele... senão, não teria sido tão incrível.

Casamos com tudo, nossos convidados foram maravilhosos e nossa casa ficou o cantinho mais agradável do mundo. Eu amo cada detalhe. 

Casamento é um pulo no escuro, um passo de coragem. 

Casamento é somar, dividir e multiplicar, não subtrair.

Casamento é dizer sim para o combo completo: as melhores qualidades do mundo e os piores defeitos que está dentro de alguém. É conhecer o outro pelo olhar, é saber de cada mania e mesmo assim, não viver sem aquela mala sem alça que te faz a pessoa mais feliz do mundo.

Recomendo, indico e aprovo.